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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Equipe da LAT presente no Forró das Antigas

A Liga Acadêmica do Trauma esteve presente em mais uma das festividades promovidas pela Faculdade Ages. Deste vez, a LAT prestou atendimento no Forró das Antigas, festejando a inauguração do Mini Shopping Ages.

LAT no Forró das Antigas

Sob a supervisão da Enf. Ana Santana, professora e preceptora da Faculdade Ages, os acadêmicos:

- Jamerson Santana;

- Michelson Caldas;

- Tatiane Viana;

- Lilian Pinto; e

- Ionara Gomes.

Realizaram alguns atendimentos durante o evento, mas, para a felicidade geral não houve intercorrências graves.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO 2012

 

TEMA: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”.SEMANA DE TRANSITO 2012

Dando continuidade às ações da Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, proclamada pela Organização das Nações Unidas em 2010, o Conselho Nacional de Trânsito definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito de 2012.

Atualmente cerca de 2 milhões de pessoas morrem por ano, vítimas da violência no trânsito, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Levando em conta que dois dos principais fatores que influenciam no crescimento da taxa de mortalidade no trânsito são a relação “comportamento e segurança dos usuários” e o excesso de velocidade, e os relatórios internacionais sobre acidentes de trânsito, o Contran definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito 2012 como: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”.

A velocidade é tema inédito na semana nacional, e o principal foco é a conscientização de jovens entre 18 e 25 anos, considerados o grupo mais vulnerável e de maior exposição ao risco de acidentes de trânsito. Para traçar e realizar as ações o Contran definiu como prioridade a necessidade de unir esforços intersetoriais, visando a redução dos acidentes de trânsito. Assim como nos anos anteriores, a Semana Nacional de Trânsito será realizada entre os dias 18 e 25 de setembro.

JULIO FERRAZ ARCOVERDE

Presidente do Contran e Diretor do Denatran


FONTE: http://www.denatran.gov.br/

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Saiba o que fazer enquanto o SAMU não chega

Em caso de acidente ou mal súbito, a primeira coisa a ser feita é chamar o SAMU, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Mas enquanto o socorro não chega, você pode agir para tentar salvar a vida da vítima.O coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso, explica que para isso é preciso perguntar o que fazer ao médico que atendeu o telefonema no número do SAMU, o 192. ”Quando ligou para a central e o médico orientou, e se ele não deu essa orientação a pessoa tem que perguntar: Doutor, até que a ambulância chegue eu posso fazer o que? É um trauma? Ele vai dizer: não mexa na vítima porque pode causar uma sequela. Se é um acidente de carro que tem líquido vazando tenta tirar a pessoa porque pode haver uma explosão. Quando é um caso clínico, ele orienta se deixa a vítima de lado, ou se deixa a vítima de bruços. Para cada caso tem uma série de orientações que a pessoa que está junto com aquela vítima, com aquele paciente, possa fazer até que a ambulância do SAMU chegue.”

SAMU

Foi assim que o funcionário público Rogério Rocha salvou a vida do pai de 63 anos no ano passado.O aposentado Roldão Ambróseo teve uma crise de asma e simplesmente parou de respirar. ”Ele estava em casa, começou a passar mal, só que em um período muito curto de dez a quinze minutos, o estado dele foi se agravando, começou a apresentar rochidão nos lábios, na língua, nas extremidades dos dedos. Pedi para a minha irmã entrar em contato com o SAMU e ela ia orientando para o SAMU o que estava acontecendo com ele, até que ele parou de respirar. Imediatamente, sem muita técnica eu lembrei dos procedimentos de respiração boca-a-boca e fui fazendo a respiração, até que ele voltou a respirar. Mas graças a Deus, nesse momento que ele voltou a respirar, o SAMU apareceu e já estava sabendo o que estava acontecendo e já chegou com oxigênio e colocou nele.”

O SAMU está presente em todos os estados do País em quase dois mil municípios e atende hoje a 65 por cento da população brasileira, segundo dados do IBGE. Implantado em 2003 pelo Ministério da Saúde, o SAMU é um dos serviços disponíveis na Política Nacional de Atenção às Urgências do ministério. Qualquer pessoa que presenciar um acidente ou vir alguém passando mal pode pedir socorro ao SAMU pelo telefone 192.


FONTE: http://www.blog.saude.gov.br/

sábado, 18 de agosto de 2012

SAMU 192: Trotes representam quase 60% das ligações

 

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 60% das ligações recebidas pelo SAMU 192 são trotes. O número do telefone do SAMU, o 192, é para atender as situações de emergência, nas quais pessoas precisam de atendimento médico imediato porque estão passando mal ou por que sofreram um acidente. Por isso, o ministério reforça o alerta: quando o serviço recebe um trote, várias pessoas deixam de ser atendidas.

O coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso, lembra que a brincadeira pode custar uma vida. “Nosso papel é estar muito próximo da população, que ela possa entender o significa ligar esse dígito 192. Significa um socorro a saúde. Então na hora que estou ocupando esse digito com uma brincadeira, com uma mentira, um trote, eu estou correndo risco de fazer alguém que esteja com um problema grave possa até evoluir para um agravo maior ou até o óbito”.

O coordenador explica que para combater os trotes ao SAMU 192, é necessário educar a população sobre o serviço. Paulo de Tarso destaca a importância do trabalho educativo realizado com as crianças. ”Nos lugares onde há o núcleo de educação permanente do SAMU, há m trabalho com as crianças, que tem vários nomes pelo Brasil, o Samuzinho, o Samuca, etc. A hora que a criança entendeu e viu como esse serviço funciona os trotes caíram em mais de 50 e 60 por cento daquele número anterior”.samuzinho

Quando a pessoa liga para o SAMU/192, cai numa central de regulação, onde, além das telefonistas, estão profissionais de saúde, inclusive médicos. São eles que definem o tipo de atendimento, dependendo da gravidade do caso.

 

FONTE: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

MS destina R$ 311,4 mi para rede de urgências da Bahia

O Ministério da Saúde vai destinar R$ 311,4 milhões para investimento na melhoria da rede de urgência do Estado da Bahia. Ao todo, 43 municípios serão beneficiados, sendo que oito, incluindo Salvador, já contam com recursos para ações imediatas, correspondente a R$ 74,9 milhões, retroativo ao mês de maio. O investimento integra a primeira etapa do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências da Bahia (RUE), definido pela Portaria 1.723, publicada nesta quarta-feira (15), no Diário Oficial da União (D.O.U).

SAÚDE TODA HORA

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os planos de ação para a organização das urgências nos estados e municípios é uma etapa importante na melhoria da saúde pública no país. “Estamos estimulando os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) a organizarem as redes de assistência para que os serviços funcionem de forma integrada. Com isso, a população terá maior qualidade no atendimento”, afirma o ministro Padilha.

O objetivo é aprimorar a estrutura da rede de urgência e o atendimento prestado ao cidadão, especialmente na região metropolitana de Salvador e imediações. Com o novo recurso, assegurado pelo Ministério da Saúde, o estado e os municípios baianos poderão melhorar a manutenção de diversas ações, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), a habilitação e a qualificação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Também haverá impacto nas ações do programa Melhor em Casa (Atenção Domiciliar) e custeio de salas de estabilização, além de leitos clínicos e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e para unidade Coronariana (UCO).

Os valores estabelecidos para o repasse serão incorporados ao limite financeiro de Média e Alta Complexidade (MAC) do estado e dos municípios. As ações custeadas pelo recurso devem ser antes discutidas e pactuadas na Comissão Bipartite (CIB), que reúne gestores do estado e dos municípios.

No Blog da Saúde você pode conferir os municípios baianos beneficiados e os respectivos valores que serão transferidos pelo Ministério da Saúde. Os repasses serão mensais e corresponderão a um doze avos (1/12) do valor total estabelecido na portaria publicada nesta quarta-feira.

FONTE: http://www.blog.saude.gov.br/

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Estresse: fator de risco sobre rodas

Resumo: Condensamos os três tipos de estresse a que está submetido o motoboy, motofrete, mototaxista, motoristas e mostramos a repercussão sobre o organismo. Apresentamos alternativas para controlar e mesmo sair da situação de estresse.

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior*

O assunto é bastante atual uma vez que muitas das doenças clínicas acompanham-se dessa condição. Entendemos como estresse uma situação em que existe uma perda da capacidade adaptativa do indivíduo a situações por ele vividas normalmente. O sujeito não consegue se adaptar e reage muitas vezes chegando a descompensar.

O estresse pode, por muitas vezes, ser uma resposta natural do organismo. No entanto, às vezes, o estresse contínuo pode ser uma causa de doença, ou pelo menos coadjuvante dela. São exatamente as situações de tensão, de agressão externa ou interna, que ultrapassam o limite da capacidade defensiva do indivíduo. Ele não consegue mais defender-se e descarrega essa energia ruim sobre o organismo. Faz na verdade uma auto-agressão. Permite assim que apareçam sinais, sintomas e muitas vezes doenças.

ESTRESSE NO TRÂNSITO

O estresse inicialmente estudado por Selye, em 1936, na Alemanha foi o estresse do calor, através de experimentações de laboratório. Observou que os animais e o homem submetidos a uma situação de estresse apresentavam uma síndrome geral, um quadro que era manifestado por ansiedade, cefaleia em alguns, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), perda do sono, do apetite, etc. Observou ainda que os animais e os homens passavam por três fases: a inicial, que era a reação de alarme, uma fase de adaptação ou resistência, em que há equilíbrio entre as forças agressivas e as forças adaptativas, e a terceira fase, que é a fase da descompensação, na qual há uma desadaptação, surgindo então às doenças psicossomáticas. É a úlcera péptica, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e outras que surgem exatamente nessa terceira fase, quando não existem mais possibilidades adaptativas.

É importante lembrar que toda essa adaptação fisiológica do organismo é feita à custa do sistema glandular, basicamente do sistema hipófise–suprarrenal, e do cortisol. São dois grandes hormônios de relação com o estresse, de adaptação ao estresse, que são a adrenalina e a noradrenalina, que surgem na primeira fase, e o cortisol, que assume a defesa junto com vários outros hormônios, como o hormônio do crescimento, a prolactina etc. E por último surgem novamente as catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), no caso do estresse crônico.

Mostram as pesquisas que no Brasil à classe social mais atingida pelo estresse é a camada mais desfavorecida e, com isso, tem menor capacidade de adaptação às agressões. Podemos então considerar a existência de três tipos de estresse, o estresse físico, o estresse psicológico e o estresse social, que será tão mais grave quanto mais injusta a sociedade. E bem sabemos como essa sociedade é injusta com os motoboys, moto fretes, moto taxistas, motoristas em geral.

Vivemos exatamente um momento como este no trabalho, em cima de uma motocicleta, de um automóvel, caminhão ou similar. Na prática, entre nossos operadores temos percebido a necessidade de readaptação social. Problemas familiares, econômicos, a insatisfação com as chefias, a insatisfação com o trabalho realizado tudo concorre para a desarmonia e consequentemente para o estresse social.

Tomemos um indivíduo que, por exemplo, mora em um bairro considerado seguro. De repente perde a condição financeira de continuar a habita-ló e muda para a periferia, para outras condições de vida, vivendo um fator de desequilíbrio da sua harmonia física e psicológica. Esse desequilíbrio da harmonia física e psicológica faz com que esse indivíduo tenha uma diminuição da sua resistência global, não só da sua resistência psicológica, mas também da sua resistência física.

Saúde do Motorista Profissional

Com frequência observamos nesse indivíduo o surgimento de manifestações clínicas e eventualmente o eclodir de doenças. Não quero dizer com isso que o estresse seja o único causador de doença, mas é um fator contributivo importante. E muitas vezes agrava a doença já instalada. Existem indivíduos dentro do nosso ambiente de trabalho que sob um grande estresse buscam fatores de adaptação como fumar, correr, beber, comer demais, fazer tudo em excesso e até buscar alívio usando uma droga.

Todos que trabalham com motocicleta não ignoram o perigo, o risco a que estão submetidos e esse é um agente de estresse contínuo que compromete o corpo e a mente. Como resolver?

No trabalho:
– ser humilde;
– manter bom relacionamento;
– atividade física para “desestressar”;
– nunca querer resolver tudo sozinho;
– não levar nada do trabalho para casa;
– tudo que é do trabalho deve ficar no trabalho.

Fora do trabalho:
– lazer contínuo;
– discutir seus problemas com amigos;
– relaxar;
– esporte;
– massagem;
– e outras atividades.

Na família:
– ser humilde;
– buscar permanentemente a harmonia, o equilíbrio;
– motivar-se para a alegria e viver sorrindo;
– fugir dos aborrecimentos;
– enfrentar os problemas de frente buscando soluções que satisfaçam a todos;
– zelar pelo bem estar físico e mental de todos.

Não esqueça que o estresse em alguns indivíduos manifesta-se com agressividade. Saber ter controle sobre isso é extremamente importante porque as consequências de atos de agressividade repercutem muito mal quer no trabalho, no lazer e no âmbito da família.

Lembre-se que essa atividade consideramos extremamente penosa. Participam da atividade agentes altamente agressivos, além dos problemas do dia a dia de todos nós. Saber superar tudo isso é um ato de extrema grandeza. Mas, se observar dificuldades no desempenho da função não deixe de procurar ajuda. Ninguém é tão forte para superar tamanhas dificuldades.

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* Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

FONTES E CONTATOS:

quarta-feira, 20 de junho de 2012

EPIDEMIA: mortalidade de motociclistas supera a de pedestres e motoristas

 

Levantamento inédito do Ministério da Saúde mostra que o custo de internações por acidentes com motociclistas pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em 2011, foi 113% maior do que em 2008, passando de R$ 45 milhões para R$ 96 milhões. O crescimento dos gastos acompanha o aumento das internações que passou de 39.480 para 77.113 hospitalizados no período.

“O Brasil está definitivamente vivendo uma epidemia de acidentes de trânsito e o aumento dos atendimentos envolvendo motociclistas é a prova disso. Estamos trabalhando para aperfeiçoar os serviços de urgência no SUS, mas é inegável que esta epidemia está pressionando a rede pública”, avalia o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

MOTOCICLISTA

O número de mortes por este tipo de acidente aumentou 21% nos últimos anos – de 8.898 motociclistas em 2008 para 10.825 óbitos em 2010. Com isso, a taxa de mortalidade cresceu de 4,8 óbitos por 100 mil habitantes para 5,7/100 mil entre 2008 e 2010.

terça-feira, 12 de junho de 2012

FESTAS JUNINAS: Cuidado com fogos de artífício

 

Junho é o mês de brincadeiras ligadas a fogos e fogueiras típicos das festas juninas. Brincadeiras nesta época do ano escondem alguns perigos que exigem precauções especiais. 

FESTA JUNINA

O primeiro passo, muito importante, é observar a origem dos fogos adquiridos e não usar materiais de fabricação caseira.

"Não se deve guardar grande quantidade de fogos em um único local, pois um acidente será certamente fatal", orienta a cirurgiã plástica Adriana Moraghi, da Unidade de Queimados do hospital estadual de Vila Penteado, na zona norte da capital.

Na hora de soltar fogos, a médica destaca alguns cuidados que podem evitar lesões nas mãos, braços, rosto ou mesmo auditivas.

• Nunca soltar rojão segurando diretamente na mão: o ideal é interpor com vários rojões já usados ou mesmo varetas, deixando uma distância de pelo menos 60 cm da mão e afastado do rosto;

• Não apontar para onde há pessoas circulando;

• Evitar proximidade com fios elétricos.

E não são somente os fogos de artifício que podem provocar acidentes. Mesmo na hora de acender fogueiras, a médica recomenda atenção redobrada.

"As bebidas típicas de festa junina, como o vinho quente e o quentão, também são inflamáveis, e sua proximidade às fogueiras pode resultar em acidentes", explica Adriana.

Além disso, a médica recomenda evitar a combinação álcool e fogos de artifício: "se beber, não solte fogos ou mesmo brinque nas proximidades de fogueiras", diz.

Crianças

É importante especial atenção às crianças nesta época do ano, principalmente com as tradicionais "biribinhas".

"As faíscas podem acabar atingindo substâncias com potencial para incêndio, como o álcool utilizado para iniciar o fogo das fogueiras, por exemplo", esclarece a médica.

Fonte: http://www.portaldaenfermagem.com.br/

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Bebida e direção não é a melhor opção

 

Nada melhor que um feriado no meio da semana para começar o dia com ânimo redobrado. A expectativa é de que, ao final do dia, você saia com os amigos pra se descontrair, jogar conversa fora, beber, relaxar e voltar dirigindo pra casa na hora que o bar fechar. Opa, beber e dirigir? É, essa combinação não é boa para ninguém!

Entenda os motivos: atualmente o trânsito é a principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo. O Brasil, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), é o quinto em números de morte por acidentes de trânsito, perdemos apenas para a Índia, China, EUA e Rússia.

Para evitar acidentes combine quem vai ser o amigo da vez ou chame um táxi.|Foto: .Ocean/Corbis

Só no ano passado o Ministério da Saúde registrou 153,6 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas vítimas de acidente de trânsito e a região sudeste concentra quase metade dessas internações (46%). Em 2010 foram contabilizadas 42.844 mil mortes por este motivo e deste total 81,5% destes eram do sexo masculino.

Ficou preocupado? Pois é! Analisando estes dados o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta a todos para a epidemia de acidentes de trânsito que o Brasil vive hoje. Preocupado com isso, no ano passado, o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Cidades, lançou o Pacto Nacional Pela Redução dos Acidentes de Trânsito – Pacto pela Vida. O objetivo é mobilizar a sociedade com ações para reduzir pela metade, até 2020, o número de vítimas de acidentes de trânsito em todo o país. “O pacto é para conscientizar estados e municípios. Na saúde, vamos reforçar as ações de vigilância, de organização da rede de atenção de urgência e emergência. O mais importante é que a gente possa ter regras e maior fiscalização”, esclarece Padilha.

Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020 – A Assembleia Geral das Nações Unidas, através de Resolução A/RES/64/255, publicada no dia 02 de março de 2010, proclamou o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito“.

A resolução foi elaborada com base em estudos da OMS que estimou, em 2009, cerca de 1,3 milhões de mortes por acidente de trânsito em 178 países e cerca de 50 milhões sobrevivem feridas. O custo global é estimado em US$ 518 bilhões por ano; os custos dos acidentes de trânsito já foram estimados em 1 a 2% dos PIB dos países.

Por isso #ficaadica: Combine com seus amigos para que um deles seja o motorista da vez, ou então baixe o aplicativo gratuito “Onde tem táxi aqui” e na hora de voltar encontre o táxi mais próximo que vai te levar em casa depois da diversão. Sua vida vale muito mais.

Feriados de Corpus Christi e Festas Juninas - O cantor Leonardo é o protagonista de duas campanhas publicitárias do Ministério das Cidades para alertar os motoristas sobre os riscos de acidentes nas ruas e estradas, durante os feriados de Corpus Christi e São João.

Com o slogan “A dor de um acidente pode durar para sempre”, a campanha traz o depoimento do cantor sobre o sofrimento de ver o filho e também cantor Pedro Leonardo envolvido num acidente de trânsito.

Pare, Pense e Mude nas Redes Sociais
Twitter: @paradapelavida
Facebook: Parada Pela Vida

FONTE: Ilana Paiva / Blog da Saúde

sábado, 12 de maio de 2012

PHTLS: 7ª edição

 

Já se encontra à venda a 7ª edição do PHTLS (Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado) em português.

PHTLS

Como livro de referência do curso mundial da NAEMT (Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica), o Atendimento Pré-hospitalar ao Traumatizado (PHTLS) constitui a fonte abrangente, internacionalmente reconhecida, para o aprendizado de técnicas e conceitos básicos e avançados sobre o atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. Completamente revista e atualizada, a 7ª edição apresenta o tratamento e as diretrizes que comprovadamente reduzem a morbidade e a mortalidade no trauma.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

TRAUMA: Levantamento mostra que acidentes com motos foram os maiores causadores de mortes no trânsito em 2010

 

O Mapa da Violência no Brasil, documento elaborado pelo sociólogo Júlio Jacobo, do Instituto Sangari, constatou que em cada três acidentes de trânsito com mortes registrados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), em 2010, um envolve motociclistas.

Mapa-da-violência

Para Jacobo, a tendência é de o número de mortes envolvendo motociclistas continuar crescendo, e de forma acelerada, tendo em vista a facilidade (crédito) para comprar uma moto e a necessidade urbana. “Não estou negando que é uma necessidade imperiosa e funciona em geral”, disse ao lembrar que antes do barateamento e da facilitação do crédito, as motos eram sonho de consumo das classes alta e média alta. “Era um luxo, tinha aquela coisa de guiar para sentir o vento no rosto”, disse.

O autor do levantamento destacou que a fiscalização dos órgãos de segurança é mais efetiva em relação aos veículos de quatro rodas. “Muitos pardais não fazem a imagem das placas das motos. Começam, agora, a usar um tipo de pardal pistola, mais adequada para captar o movimento desse tipo de veículo”.

Durante a última década, o número de automóveis em circulação mais que dobrou (118%), mas as mortes em acidentes envolvendo os ocupantes de automóveis cresceram 72%. De acordo com a análise de dados, o risco de morte em automóvel caiu 46 pontos porcentuais no período. Jacobo sugere que o Estado atue para melhorar a estrutura viária, implantem medidas que garantam mais segurança, insista em campanhas de mudança de comportamento e melhore o atendimento de pronto-socorro. Segundo ele, o governo federal e os governos estaduais deveriam trabalhar de forma mais articulada. “A vida não é federal, nem estadual e nem municipal”, ressaltou.

O Instituto Sangari, por meio do documento Mapa da Violência, mostra ainda que de 1998 a 2008 as mortes em acidentes envolvendo motos passaram de 1.047 para 8.939. O levantamento foi feito com base em certidões de óbito de todo o país. O sociólogo aponta que a vulnerabilidade dos motociclistas é de tal nível que sua letalidade em acidentes chega a ser 14 vezes maior que a dos ocupantes de automóvel.

Fonte: Agência Brasil

ATIVIDADES DE EXTENSÃO REALIZADAS PELA LIGA ACADÊMICA DO TRAUMA