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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

SEMANA NACIONAL DE TRÂNSITO 2012

 

TEMA: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”.SEMANA DE TRANSITO 2012

Dando continuidade às ações da Década Mundial de Ação pela Segurança no Trânsito, proclamada pela Organização das Nações Unidas em 2010, o Conselho Nacional de Trânsito definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito de 2012.

Atualmente cerca de 2 milhões de pessoas morrem por ano, vítimas da violência no trânsito, e o número de feridos é ainda mais alarmante. Levando em conta que dois dos principais fatores que influenciam no crescimento da taxa de mortalidade no trânsito são a relação “comportamento e segurança dos usuários” e o excesso de velocidade, e os relatórios internacionais sobre acidentes de trânsito, o Contran definiu o tema da Semana Nacional de Trânsito 2012 como: “Década Mundial de Ações para a Segurança do Trânsito – 2011/2020: Não exceda a Velocidade, Preserve a Vida”.

A velocidade é tema inédito na semana nacional, e o principal foco é a conscientização de jovens entre 18 e 25 anos, considerados o grupo mais vulnerável e de maior exposição ao risco de acidentes de trânsito. Para traçar e realizar as ações o Contran definiu como prioridade a necessidade de unir esforços intersetoriais, visando a redução dos acidentes de trânsito. Assim como nos anos anteriores, a Semana Nacional de Trânsito será realizada entre os dias 18 e 25 de setembro.

JULIO FERRAZ ARCOVERDE

Presidente do Contran e Diretor do Denatran


FONTE: http://www.denatran.gov.br/

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Saiba o que fazer enquanto o SAMU não chega

Em caso de acidente ou mal súbito, a primeira coisa a ser feita é chamar o SAMU, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Mas enquanto o socorro não chega, você pode agir para tentar salvar a vida da vítima.O coordenador de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso, explica que para isso é preciso perguntar o que fazer ao médico que atendeu o telefonema no número do SAMU, o 192. ”Quando ligou para a central e o médico orientou, e se ele não deu essa orientação a pessoa tem que perguntar: Doutor, até que a ambulância chegue eu posso fazer o que? É um trauma? Ele vai dizer: não mexa na vítima porque pode causar uma sequela. Se é um acidente de carro que tem líquido vazando tenta tirar a pessoa porque pode haver uma explosão. Quando é um caso clínico, ele orienta se deixa a vítima de lado, ou se deixa a vítima de bruços. Para cada caso tem uma série de orientações que a pessoa que está junto com aquela vítima, com aquele paciente, possa fazer até que a ambulância do SAMU chegue.”

SAMU

Foi assim que o funcionário público Rogério Rocha salvou a vida do pai de 63 anos no ano passado.O aposentado Roldão Ambróseo teve uma crise de asma e simplesmente parou de respirar. ”Ele estava em casa, começou a passar mal, só que em um período muito curto de dez a quinze minutos, o estado dele foi se agravando, começou a apresentar rochidão nos lábios, na língua, nas extremidades dos dedos. Pedi para a minha irmã entrar em contato com o SAMU e ela ia orientando para o SAMU o que estava acontecendo com ele, até que ele parou de respirar. Imediatamente, sem muita técnica eu lembrei dos procedimentos de respiração boca-a-boca e fui fazendo a respiração, até que ele voltou a respirar. Mas graças a Deus, nesse momento que ele voltou a respirar, o SAMU apareceu e já estava sabendo o que estava acontecendo e já chegou com oxigênio e colocou nele.”

O SAMU está presente em todos os estados do País em quase dois mil municípios e atende hoje a 65 por cento da população brasileira, segundo dados do IBGE. Implantado em 2003 pelo Ministério da Saúde, o SAMU é um dos serviços disponíveis na Política Nacional de Atenção às Urgências do ministério. Qualquer pessoa que presenciar um acidente ou vir alguém passando mal pode pedir socorro ao SAMU pelo telefone 192.


FONTE: http://www.blog.saude.gov.br/

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Estresse: fator de risco sobre rodas

Resumo: Condensamos os três tipos de estresse a que está submetido o motoboy, motofrete, mototaxista, motoristas e mostramos a repercussão sobre o organismo. Apresentamos alternativas para controlar e mesmo sair da situação de estresse.

Dr. Dirceu Rodrigues Alves Júnior*

O assunto é bastante atual uma vez que muitas das doenças clínicas acompanham-se dessa condição. Entendemos como estresse uma situação em que existe uma perda da capacidade adaptativa do indivíduo a situações por ele vividas normalmente. O sujeito não consegue se adaptar e reage muitas vezes chegando a descompensar.

O estresse pode, por muitas vezes, ser uma resposta natural do organismo. No entanto, às vezes, o estresse contínuo pode ser uma causa de doença, ou pelo menos coadjuvante dela. São exatamente as situações de tensão, de agressão externa ou interna, que ultrapassam o limite da capacidade defensiva do indivíduo. Ele não consegue mais defender-se e descarrega essa energia ruim sobre o organismo. Faz na verdade uma auto-agressão. Permite assim que apareçam sinais, sintomas e muitas vezes doenças.

ESTRESSE NO TRÂNSITO

O estresse inicialmente estudado por Selye, em 1936, na Alemanha foi o estresse do calor, através de experimentações de laboratório. Observou que os animais e o homem submetidos a uma situação de estresse apresentavam uma síndrome geral, um quadro que era manifestado por ansiedade, cefaleia em alguns, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), perda do sono, do apetite, etc. Observou ainda que os animais e os homens passavam por três fases: a inicial, que era a reação de alarme, uma fase de adaptação ou resistência, em que há equilíbrio entre as forças agressivas e as forças adaptativas, e a terceira fase, que é a fase da descompensação, na qual há uma desadaptação, surgindo então às doenças psicossomáticas. É a úlcera péptica, a hipertensão arterial, o infarto do miocárdio e outras que surgem exatamente nessa terceira fase, quando não existem mais possibilidades adaptativas.

É importante lembrar que toda essa adaptação fisiológica do organismo é feita à custa do sistema glandular, basicamente do sistema hipófise–suprarrenal, e do cortisol. São dois grandes hormônios de relação com o estresse, de adaptação ao estresse, que são a adrenalina e a noradrenalina, que surgem na primeira fase, e o cortisol, que assume a defesa junto com vários outros hormônios, como o hormônio do crescimento, a prolactina etc. E por último surgem novamente as catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), no caso do estresse crônico.

Mostram as pesquisas que no Brasil à classe social mais atingida pelo estresse é a camada mais desfavorecida e, com isso, tem menor capacidade de adaptação às agressões. Podemos então considerar a existência de três tipos de estresse, o estresse físico, o estresse psicológico e o estresse social, que será tão mais grave quanto mais injusta a sociedade. E bem sabemos como essa sociedade é injusta com os motoboys, moto fretes, moto taxistas, motoristas em geral.

Vivemos exatamente um momento como este no trabalho, em cima de uma motocicleta, de um automóvel, caminhão ou similar. Na prática, entre nossos operadores temos percebido a necessidade de readaptação social. Problemas familiares, econômicos, a insatisfação com as chefias, a insatisfação com o trabalho realizado tudo concorre para a desarmonia e consequentemente para o estresse social.

Tomemos um indivíduo que, por exemplo, mora em um bairro considerado seguro. De repente perde a condição financeira de continuar a habita-ló e muda para a periferia, para outras condições de vida, vivendo um fator de desequilíbrio da sua harmonia física e psicológica. Esse desequilíbrio da harmonia física e psicológica faz com que esse indivíduo tenha uma diminuição da sua resistência global, não só da sua resistência psicológica, mas também da sua resistência física.

Saúde do Motorista Profissional

Com frequência observamos nesse indivíduo o surgimento de manifestações clínicas e eventualmente o eclodir de doenças. Não quero dizer com isso que o estresse seja o único causador de doença, mas é um fator contributivo importante. E muitas vezes agrava a doença já instalada. Existem indivíduos dentro do nosso ambiente de trabalho que sob um grande estresse buscam fatores de adaptação como fumar, correr, beber, comer demais, fazer tudo em excesso e até buscar alívio usando uma droga.

Todos que trabalham com motocicleta não ignoram o perigo, o risco a que estão submetidos e esse é um agente de estresse contínuo que compromete o corpo e a mente. Como resolver?

No trabalho:
– ser humilde;
– manter bom relacionamento;
– atividade física para “desestressar”;
– nunca querer resolver tudo sozinho;
– não levar nada do trabalho para casa;
– tudo que é do trabalho deve ficar no trabalho.

Fora do trabalho:
– lazer contínuo;
– discutir seus problemas com amigos;
– relaxar;
– esporte;
– massagem;
– e outras atividades.

Na família:
– ser humilde;
– buscar permanentemente a harmonia, o equilíbrio;
– motivar-se para a alegria e viver sorrindo;
– fugir dos aborrecimentos;
– enfrentar os problemas de frente buscando soluções que satisfaçam a todos;
– zelar pelo bem estar físico e mental de todos.

Não esqueça que o estresse em alguns indivíduos manifesta-se com agressividade. Saber ter controle sobre isso é extremamente importante porque as consequências de atos de agressividade repercutem muito mal quer no trabalho, no lazer e no âmbito da família.

Lembre-se que essa atividade consideramos extremamente penosa. Participam da atividade agentes altamente agressivos, além dos problemas do dia a dia de todos nós. Saber superar tudo isso é um ato de extrema grandeza. Mas, se observar dificuldades no desempenho da função não deixe de procurar ajuda. Ninguém é tão forte para superar tamanhas dificuldades.

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* Diretor de Comunicação e do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional da ABRAMET – Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

FONTES E CONTATOS:

quarta-feira, 20 de junho de 2012

EPIDEMIA: mortalidade de motociclistas supera a de pedestres e motoristas

 

Levantamento inédito do Ministério da Saúde mostra que o custo de internações por acidentes com motociclistas pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em 2011, foi 113% maior do que em 2008, passando de R$ 45 milhões para R$ 96 milhões. O crescimento dos gastos acompanha o aumento das internações que passou de 39.480 para 77.113 hospitalizados no período.

“O Brasil está definitivamente vivendo uma epidemia de acidentes de trânsito e o aumento dos atendimentos envolvendo motociclistas é a prova disso. Estamos trabalhando para aperfeiçoar os serviços de urgência no SUS, mas é inegável que esta epidemia está pressionando a rede pública”, avalia o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

MOTOCICLISTA

O número de mortes por este tipo de acidente aumentou 21% nos últimos anos – de 8.898 motociclistas em 2008 para 10.825 óbitos em 2010. Com isso, a taxa de mortalidade cresceu de 4,8 óbitos por 100 mil habitantes para 5,7/100 mil entre 2008 e 2010.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

CÍRCULO DE SEGURANÇA

 

Senhores, segue como sugestão rotina simples a ser implementada durante nosso dia-a-dia visando prevenir acidentes, “Círculo de Segurança”, a foto diz tudo.

CÍRCULO DE SEGURANÇA

terça-feira, 12 de junho de 2012

FESTAS JUNINAS: Cuidado com fogos de artífício

 

Junho é o mês de brincadeiras ligadas a fogos e fogueiras típicos das festas juninas. Brincadeiras nesta época do ano escondem alguns perigos que exigem precauções especiais. 

FESTA JUNINA

O primeiro passo, muito importante, é observar a origem dos fogos adquiridos e não usar materiais de fabricação caseira.

"Não se deve guardar grande quantidade de fogos em um único local, pois um acidente será certamente fatal", orienta a cirurgiã plástica Adriana Moraghi, da Unidade de Queimados do hospital estadual de Vila Penteado, na zona norte da capital.

Na hora de soltar fogos, a médica destaca alguns cuidados que podem evitar lesões nas mãos, braços, rosto ou mesmo auditivas.

• Nunca soltar rojão segurando diretamente na mão: o ideal é interpor com vários rojões já usados ou mesmo varetas, deixando uma distância de pelo menos 60 cm da mão e afastado do rosto;

• Não apontar para onde há pessoas circulando;

• Evitar proximidade com fios elétricos.

E não são somente os fogos de artifício que podem provocar acidentes. Mesmo na hora de acender fogueiras, a médica recomenda atenção redobrada.

"As bebidas típicas de festa junina, como o vinho quente e o quentão, também são inflamáveis, e sua proximidade às fogueiras pode resultar em acidentes", explica Adriana.

Além disso, a médica recomenda evitar a combinação álcool e fogos de artifício: "se beber, não solte fogos ou mesmo brinque nas proximidades de fogueiras", diz.

Crianças

É importante especial atenção às crianças nesta época do ano, principalmente com as tradicionais "biribinhas".

"As faíscas podem acabar atingindo substâncias com potencial para incêndio, como o álcool utilizado para iniciar o fogo das fogueiras, por exemplo", esclarece a médica.

Fonte: http://www.portaldaenfermagem.com.br/

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Bebida e direção não é a melhor opção

 

Nada melhor que um feriado no meio da semana para começar o dia com ânimo redobrado. A expectativa é de que, ao final do dia, você saia com os amigos pra se descontrair, jogar conversa fora, beber, relaxar e voltar dirigindo pra casa na hora que o bar fechar. Opa, beber e dirigir? É, essa combinação não é boa para ninguém!

Entenda os motivos: atualmente o trânsito é a principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo. O Brasil, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), é o quinto em números de morte por acidentes de trânsito, perdemos apenas para a Índia, China, EUA e Rússia.

Para evitar acidentes combine quem vai ser o amigo da vez ou chame um táxi.|Foto: .Ocean/Corbis

Só no ano passado o Ministério da Saúde registrou 153,6 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) de pessoas vítimas de acidente de trânsito e a região sudeste concentra quase metade dessas internações (46%). Em 2010 foram contabilizadas 42.844 mil mortes por este motivo e deste total 81,5% destes eram do sexo masculino.

Ficou preocupado? Pois é! Analisando estes dados o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta a todos para a epidemia de acidentes de trânsito que o Brasil vive hoje. Preocupado com isso, no ano passado, o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Cidades, lançou o Pacto Nacional Pela Redução dos Acidentes de Trânsito – Pacto pela Vida. O objetivo é mobilizar a sociedade com ações para reduzir pela metade, até 2020, o número de vítimas de acidentes de trânsito em todo o país. “O pacto é para conscientizar estados e municípios. Na saúde, vamos reforçar as ações de vigilância, de organização da rede de atenção de urgência e emergência. O mais importante é que a gente possa ter regras e maior fiscalização”, esclarece Padilha.

Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020 – A Assembleia Geral das Nações Unidas, através de Resolução A/RES/64/255, publicada no dia 02 de março de 2010, proclamou o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito“.

A resolução foi elaborada com base em estudos da OMS que estimou, em 2009, cerca de 1,3 milhões de mortes por acidente de trânsito em 178 países e cerca de 50 milhões sobrevivem feridas. O custo global é estimado em US$ 518 bilhões por ano; os custos dos acidentes de trânsito já foram estimados em 1 a 2% dos PIB dos países.

Por isso #ficaadica: Combine com seus amigos para que um deles seja o motorista da vez, ou então baixe o aplicativo gratuito “Onde tem táxi aqui” e na hora de voltar encontre o táxi mais próximo que vai te levar em casa depois da diversão. Sua vida vale muito mais.

Feriados de Corpus Christi e Festas Juninas - O cantor Leonardo é o protagonista de duas campanhas publicitárias do Ministério das Cidades para alertar os motoristas sobre os riscos de acidentes nas ruas e estradas, durante os feriados de Corpus Christi e São João.

Com o slogan “A dor de um acidente pode durar para sempre”, a campanha traz o depoimento do cantor sobre o sofrimento de ver o filho e também cantor Pedro Leonardo envolvido num acidente de trânsito.

Pare, Pense e Mude nas Redes Sociais
Twitter: @paradapelavida
Facebook: Parada Pela Vida

FONTE: Ilana Paiva / Blog da Saúde

terça-feira, 3 de abril de 2012

TRAUMA: Definição e Etiologia

 

A palavra "trauma", do ponto de vista semântico, vem do grego trauma (plural: traumatos, traumas), cujo significado é “ferida”. A terminologia trauma em saúde admite vários significados, todos eles ligados a acontecimentos não previstos e indesejáveis que, de forma mais ou menos violenta, atingem indivíduos neles envolvidos, produzindo-lhes alguma forma de lesão ou dano.

TRAUMA

Uma das definições adotadas se refere ao conjunto das perturbações causadas subitamente por um agente físico, de etiologia, natureza e extensão muito variadas, podendo estar situadas nos diferentes segmentos corpóreos. Independente de sua melhor definição, o fato é que o trauma é uma doença que representa um problema de saúde pública de grande magnitude e transcendência no Brasil, que tem provocado forte impacto na morbidade e na mortalidade da população.

Entre as causas de trauma, incluem-se os acidentes e a violência, que configuram um conjunto de agravos à saúde, que pode ou não levar a óbito, no qual fazem parte as causas ditas acidentais e as intencionais. Esse conjunto de eventos consta na Classificação Internacional de Doenças - CID, sob denominação de causas externas.

No Brasil, um país com mais de 180 milhões de habitantes, uma das mais importantes alterações que vêm ocorrendo no perfil de causas de morte é o crescimento relativo e absoluto da mortalidade por causas externas.

No final dos anos 70, acidentes e violência foram responsáveis por cerca de 60 mil óbitos, constituindo-se, então, no quarto grupo mais importante de causas de morte.
Na década de 80, o número total de óbitos aumentou em cerca de 20%, porém as causas violentas de óbito elevaram-se em 60%.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

EDUCAÇÃO NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES

 

ACIDENTES

Um dos grandes motivos de busca de atendimentos em “Prontos Atendimentos Pediátricos” são os acidentes domésticos. Em conformidade com a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes, lançada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, deixo aqui algumas orientações que podem ser úteis para nossas crianças. Os acidentes são importantes causas de sofrimento e até de morte nas crianças. E a maioria deles é possível prevenir. Mas para isso é preciso tomar consciência e providências antes que os fatos ocorram.

- Até 6 meses de vida:

Queda:

Não deixar o bebê sozinho em lugares altos nem mesmo por instantes.
Não deixar que uma criança carregue o bebê no colo.
Cuidado com o carrinho.

Queimaduras:

Não levar nada quente enquanto carrega o bebê no colo.
Cuidado com a temperatura do banho.
Cuidado com cigarros.
A queimadura é um acidente que ocorre predominantemente em casa, em especial na cozinha, acometendo principalmente pacientes de um a quatro anos.

Medidas de prevenção:

ATIVIDADES DE EXTENSÃO REALIZADAS PELA LIGA ACADÊMICA DO TRAUMA